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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Zen

Bom, não vou ficar falando porque os livros que conheço sobre zen são quase sempre enfadonhos por simplismente tentar falar do que só o silencio espressa e porque os proprios mestres não falaram, tá claro!

A ideia de postar sobre o Zen é porque esse fim de semana algumas memorias das minhas vivências apareceram, e pra mostrar que zen não é o que se pensa. Então vou postar a imagem de um livro que apesar de algumas falatorias iniciais descreve de uma forma interessante o que é o Zen, através da vivência de um aprendiz, muito interessante pra se ler muitas vezes. Atualmente o Zen é aprendido através de artes como  o Kendo, espada, Kyudo, arco e Aikidô, arte marcial do Steven Seageal, que são formas de entrar no Zen, a menos que você conheça um mestre para aprender o Zen mesmo através das práticas de meditação. Falei essa coisa toda pois o livro "aprende" o arco e estou postando sobre o zen porque não to afim de conversa. Quem ler entende.

Leituras básicas

Isso resume meu post e minha fé de que um dia evoluiremos.
Me emocionei ao digitar o texto, já que não tinha ctrl+c, ctrl+v ...
O texto é encontrado no site http://books.google.com.br/books?id=4apyzuIfNNoC&source=gbs_navlinks_s - página 12;

Afinal, é bom que se entenda desde já que nós não temos, um corpo; antes nós somos o nosso corpo, e é dentro de todas suas dimensões energéticas - portanto, de forma global - que devemos buscar razões para justificar uma expressão legitima do homem, por meio das manifestações do seu pensamento, do seu sentimento e do seu movimento. Entre esses três aspectos, ainda tem prevalecido em nossa cultura a ênfase sobre o pensamento. Contudo, de uma forma tão pobre e utilitarista, que não seria exagero comparar o sentido dessa trilogia com o original grego dessa palavra:"um poema dramático composto de três tragédias".

Na verdade, essa falsa supervalorização do pensamento, promovida por uma sociedade tecnológica, não passa de um tragédia em três capítulos. No momento em que o pensamento, acanhadamente cristalizado e abstrato, amordaça as nossas concretas manifestações corpóreas, impede, ao mesmo tempo, as expressões mais livres e espontâneas do movimento, do sentimento e do próprio pensamento, como fenômenos tipicamente humanos.

(Ao que eu acrescentaria, sim, não sabemos ainda o que é ser um ser humano e nos espelhamos em arquétipos evoluidos de seres espaciais que só poderão nos aproximar de uma construção humanista certamente distante da originalidade da nossa espécie.)


E é justamente essa hipertrofia das manifestações intelectuais uma das fortes razões pela qual a cultura do corpo - e em especial a Educação Física-, desde o inicio de nosa história, vem sendo colocada em planos inferiores na escala de valores que foi se formando em nossa nação.
 
(Ao que eu acrescentaria, da ignorancia e da persistencia nela, que se criam as mais diversas formas de desigualdade social e atrofia mental dos nossos aspectos emocionais, que certamente nos levariam a mais altruismo e compaixão, pois seriamos todos iguais...)
 
 
SIM, EU NÃO ESTAVA LOUCO QUANDO FIZ EDUCAÇÃO FÍSICA! AMO DE CORAÇÃO TUDO QUE APRENDI E NÃO ACHARIA UM TESOURO ESCRITO DESTES EM OUTRO LUGAR, NEM NA MINHA TAMBÉM AMADA PSICOLOGIA. (Ufa, é bom ler isso, não?)

Lu / A Conduta (Trilhar)

Acima Ch'ien, o Criativo, Céu
Abaixo Tui, a alegria, Lago

A conduta significa, inicialmente, a maneira correta de se comportar. Acimaestá o céu, o pai; abaixo, o lago, a filha mais moça. Isso mostra a distinção entre alto e baixo; nela se fundamenta a tranquilidade e a conduta correta na sociedade. Por outro lado, no sentido de trilhar, Lu significa litteralmente "pisar sobre algo". O pequeno e alegre Tui pisa sobre o grande e forte Ch'ien. O movimento dos dois trigramas básicos é ascendente. O fato de que o forte pise no fraco é pressuposto no Livro das Mutações, não sendo por isso mencionado. O trilhar do fraco sobre o forte não é perigoso aqui, pois isso se dá em meio a uma alegria livre de arrogância, que faz com que o forte não se irrite, tudo aceitando de bom grado.
(I Ching - Richard Wilhelm)
Após concluir a digitação deste texto me recordei o significado deste hexagrama quando precisei do conhecimento do Yi para continuar com minhas escolhas. Simbolizou-me naquela época a permissão para começar o meu caminho na alquimia abandonando antigos costumes e culturas que pareciam tão fortes e influentes, enquanto meu Ser era só uma criança a se divertir com alegria.
Que todos aqueles que estejam prisioneiros de quaisquer normas, culturas, ou outras espécies prisões possam alcançar a alegria interna que gera esse hexagrama.
Trilhando sobre a cauda do tigre.
Ele não morde o homem.
Sucesso.

quinta-feira, 29 de março de 2012

O Assassinato do Rei Tut

Recentemente, li um romance,  O assassinato do Rei Tut, publicado na Reader's Digest Seleções de Livros.
Um romance que mescla historia do antigo egito, com escavações do howard carter em busca da tumba do Rei Tut, em um sincronismo agradavel que nos transporta da tumba, onde Tut está morto para os momentos históricos onde ainda estava vivo. A leitura é muito agradavel e o romance é bem simples e com detalhes tanto das escavações como da vida do Tut, por isso acredito valer a pena a leitura, e acabando de ler decidi resenhar e recomendar o livro.